31 agosto 2017

... gratidão!

Oi, tudo bem por aí? Espero que sim.
Esses dias depois que começou o trabalho tem sido bem corrido e tem o ENEM né? Mas consigo, devagarinho.
Ultimamente as coisas aqui andam difíceis, o meu notebook pedindo troca, necessito de uma bicicleta, meu pai está longe com arritmia cardíaca fazendo tratamento.
Porém, gratidão em relação a tudo e sem vergonha de nada. Sou bem simples e quando posso, é realmente que posso, se não, não rola.
Um dia desses, fiquei sem carona para casa do estágio e ainda tinha médico, tudo a pé, ligava para alguém me buscar e todos não podiam, minha casa não é tão perto, nem tão próxima, só quê, resolvi vir a pé, aliás, essas duas perninhas são dois motorzinhos.  No meio do caminho vejo um amigo meu de bike e nada espalhafatosa peço carona e se vocês acham que tenho vergonha de andar de bike? Mas nem, reviro a cidade toda.
Uma das coisas que meu pai sempre falou junto a mamãe foi "A gente nunca vai poder te dá tudo, mas agradeça o que tem!"
Nunca esqueci e sempre agradeci, dentro de mim.
Não é fácil lidar com tudo com apenas 17, resolver as coisas de casa. Sim, sou eu que resolvo, tudo mesmo. Meu pai já é idoso e mamãe não sabe sozinha. É bom lidar com tudo isso, ter um discernimento de como funciona a parte burocrática de uma casa, hahaha.
Sobre o estágio, existem coisas que apreendo, por exemplo: não ter vergonha e mesmo com medo, agarra e vai, porque o mundo exige isso.
Outro ponto de aprendizado não do estágio, mas do pessoal é: faça principalmente por você e não pelos outros, nunca se esqueça de você. Cada um é seu próprio universo.
Aprendi também que, não posso ser a pessoa mais inteligente do mundo, mas ser pelo menos esforçada e queira sempre, descobrir o novo mesmo com medo.
É isso, só queria dizer que, grata a Deus, deuses, universo, pessoas. <3


-Carolina Barbosa



  

                                                  Créditos da imagem: Clique Aqui

16 junho 2017

Viramos apenas um.

Saímos escondido. Você encostou o carro na minha casa, cor prata, não sei a marca, mas pouco importa, fui logo entrando como se fosse um sequestro.
No som, tocava suas eletrônicas. Em 5 minutos, estourando 10 já estávamos na sua casa. Na parte de trás é a garagem, onde você me puxou pela primeira vez de tanto tempo, com aquele beijo de saudade.
Você entra, vai até a sala para saber como andam as coisas, se seus pais já estão dormindo.
Volta para cozinha, onde estou bebendo água e mal termino, já me agarra, puxando para seu quarto. Tudo está mudado e não consigo recordar de certas coisas.
O ar-condicionado é ligado no 18°, luzes apagadas, TV ligada no 40 para ninguém ouvir os barulhos do outro lado.
De repente, já estou nos seus braços, com os beijos mais intensos, as pegadas mais avassaladoras, nos envolvemos como se fossemos apenas um.
Puxões e gemidos. Carne e unha. Desejo e prazer.
Tudo virando nós dois, tudo virando um só.

-Carolina Barbosa

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